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15-06-2020 - A Página Oficial no Facebook

15-06-2020 - Excursão à Areosa

25-05-2020 - Inauguração da Sede

02-05-2020 - Comunicado

08-03-2020 - Inauguração da Sede Cancelada

15-02-2020 - Excursão à Areosa

15-02-2020 - Inauguração da Sede a 20-03-2020

22-12-2019 - Comunicado

01-12-2019 - Registo de Associados Online

04-10-2019 - Ponto de Situação Atual e Resumo do Projeto até à Data

04-10-2019 - Novo Website







15-06-2020 - A Página Oficial no Facebook

O Águias Areosa Futebol Clube lançou a sua primeira página oficial no Facebook onde passarão a ser comunicadas as Notícias ao invés de nesta página como foi feito até esta data.

https://www.fb.me/aguiasareosa






15-06-2020 - Excursão à Areosa

Como era anteriormente pretendido lançar a iniciativa de uma excursão no dia de inauguração do espaço, voltamos a anunciar a excursão mas ainda sem data definida e sujeita à evolução dos casos de Covid-19.

Voltamos a publicar o texto apresentado antes da pandemia:

A Associação irá promover uma excursão de um dia à Areosa.

A pergunta que todos colocam é:

Areosa?

Sim, vamos em excursão à Areosa, mas de Viana do Castelo, nós temos a Areosa mais conhecida do país, vamos partir agora para a Areosa mais bela do país.

Chegou o momento de passear, de conhecer uma outra Areosa, que se destaca pela sua beleza natural e tranquilidade, visite ainda o famoso Santuário do Sagrado Coração de Jesus no monte de Santa Luzia, localizado na linha fronteiriça da freguesia da Areosa e de Santa Maria Maior, um local que já teve a votação do National Geographic como a terceira melhor vista de panorama de todo o mundo.

Além da zona da Areosa e os seus moinhos e da subida ao Monte de Santa Luzia, visitará também a cidade de Viana de Castelo.

De forma a irmos de encontro aos interesses de todos que queiram fazer parte deste reinício, procuraremos saber qual o tipo de viagem que mais interessará à grande maioria, se com almoço incluído em restaurante escolhido ou paragem na cidade para refeição por sua conta ou em piquenique com local próprio.

Contate-nos para mais informações.






25-05-2020 - Inauguração da Sede

Com muita prudência analisamos um decréscimo de casos do Covid-19, como é sabido, o espaço que é a morada postal da nossa sede está dotado de ginásios e atividades recreativas como setas, bilhar e matrecos que não foram ainda readmitidas para reinício pelo Governo.

As atividades associativas e sedes sociais exclusivas para associados também não estão ainda autorizadas à sua abertura.

Todavia, sendo uma empresa a realizar a total gestão comercial do espaço de forma independente, cujo sucesso será importantíssimo ou até indispensável para o crescimento e sucesso da Associação a nível desportivo e financeiro, estará prevista para 26 de Junho como provável data da abertura e inauguração do estabelecimento, esperando que até esse dia os serviços e restrições ainda existentes possam já ter sido pelo menos em parte revogados para que este abra portas de forma a poder criar todo o impacto que todos nós ambicionamos.

Nenhum convite poderá ainda ser ainda feito oficial até termos mais certezas e cujas duas próximas semanas com a reabertura por exemplo de jardins de infância e o impacto que estes causarão na evolução da pandemia no país, estes tornar-se-ão fatores importantíssimos para uma decisão de abertura, mas que dependerá ainda do Governo Português e que teremos sempre de seguir e respeitar.

Como todos poderão imaginar, não é o sonho se ninguém realizar uma inauguração neste tipo de condições e restrições. Nunca nada disto seria de esperar nem no pior pesadelo. Iremos aguardar e continuar a rezar que tudo até lá possa correr pelo melhor e a situação possa continuar a melhorar de forma significativa e quem sabe o milagre de poder ser feita sem limitações de público.

 






02-05-2020 - Comunicado

Pois é...

… existiu alguém que na última Assembleia conseguiu deturpar toda a realidade, transformando o seguro em inseguro, e transformar incertezas em certezas, falando em pílulas de 10 anos de algo que poderia durar 10 dias e falando da eternidade como se fossem 10 dias. Um associado resumiu desta forma em Assembleia aquilo que nos fez perder o mais seguro que tínhamos: "alguém pouco inteligente que se comprovou que não percebeu absolutamente nada do que falou e que transmitiu a informação errada a todos os outros que emprenharam pelos ouvidos". Mas que na verdade não os vemos dessa forma, porque a inveja e ingratidão existe e a falta de palavra vai muito além da mera estupidez.

Pois é...

... onde estará agora a "preocupação" pela Associação? Quando se fala em trabalho ou dinheiro do próprio bolso, desaparecem todos, como verdadeiros ilusionistas.

Pois é...

... intitulados de salvadores da pátria, onde está agora o Dom Quixote d'Areosa e os velhos do Restelo? Aqueles que depois do trabalho e sacrifício de outros, impediram que fosse seguida a solução que todos desejavam e ambicionavam desde o início? Fiéis seguidores do OU, de quem nem 1 cêntimo emprestOU, de que nunca ajudOU, de quem não trabalhOU, de quem não arrumOU, nem sequer uma quota pagOU, mas o futuro hipotecOU.

Pois é...

... ficou provado somente em dois meses quem afinal tinha 100% razão. Se não tivesse sido aprovada por grande maioria da Assembleia a possível solução que ainda nos restou, de forma a reduzir riscos imediatos e futuros que foram por todos assumidos e compreendidos, neste momento é agora tudo tão claro, a Associação já só era passado.

Pois é...

... mas tudo isto agora não importa. Devido ao Covid-19 são inúmeras as Associações e empresas em risco de desaparecimento e com graves problemas, outras já em falências e insolvências imediatas. Mas quem conseguiu afinal sobreviver e passar de forma segura pelos "pingos da chuva" graças à opção que ainda foi possível seguir? E o que teria acontecido à Associação se não seguisse a solução que batalhamos por alcançar?

Pois é...

... não foi necessária uma falência, uma insolvência, um incumprimento, um problema qualquer que nos fizesse atrasar duas rendas, ou outra qualquer dessas situações normais existirem, bastou o maldito Covid-19 para nos dar razão.

Pois é...

... agora já não saem esqueletos do armário, ou fantasmas do nevoeiro. Preocupados em saber o que conseguimos alavancar. Onde estão todos agora? Não estariam também interessados em pagar do próprio bolso todas as rendas que queriam que fossem pagas?

Pois é...

... foi salva uma Associação mesmo antes desta renascer com uma decisão a tempo, sensata e não gananciosa como a que queriam impor. Mas para esses isso agora não importará.

Pois é ...

... se não for o Dom Quixote d'Areosa, talvez surja Dom Sebastião num dia de nevoeiro, regressando para assumir e salvar a empresa que assumiu a responsabilidade e os encargos da Associação ainda numa fase precoce. Ficando agora pessoas numa situação incerta e até dramática, com custos que deveriam ainda pertencer à Associação e que teriam levado ao seu desaparecimento. Mas nada disso para esses agora importará.

Pois é ...

… tal como um associado também o referiu na Assembleia, onde teria caído a Associação se tamanho projeto desta dimensão tivesse caído nas mãos de muitos outros.

Pois é ...

... revolta é o sentimento, porque acima de uma Associação estão as pessoas, pessoas com família, estas existem sem a Associação, mas a Associação não existe sem as pessoas, são as pessoas que fazem uma Associação e não a Associação que faz as pessoas.

Pois é ...

... a humildade não é para todos, saber reconhecer que se erra, e nós certamente também erramos, o primeiro erro foi confiar nas pessoas e em quem não se devia, mas não se ouve agora um único pedido de desculpa depois de um tal Covid nos ter dado rapidamente toda a razão em tão pouco tempo. Pois não, desapareceu tudo novamente.

Pois é ...

... não voltaremos a ser iguais, todos aqueles que não saibam respeitar o esforço, coragem e sacrifício de outros, quem continuar a falar nas costas e a deturpar a realidade de forma intencional, que causem a discussão, a discórdia e o caos, que falem sobre o que nem sequer conseguem discutir ou compreender, não serão bem-vindos, já todos aqueles que admitam os seus erros como nós admitimos os nossos, mas tidos sempre sem intenção de prejudicar alguém, que estejam dispostos a ajudar, lutar, trabalhar, nos defendam e discutam ideias sem maldade, esses serão sempre bem-vindos, ouvidos e respeitados.

Força Águias Areosa Futebol Clube. Porque dos fracos não reza a história fez-se do risco um sonho e do sonho uma ambição. Alguns depois de tudo o que sofremos para te dar a notoriedade que nunca tiveste, lembraram-se agora que prefeririam afinal que te mantivesses moribunda e esquecida por mais 10 anos, outros que somente sobrevivesses sem qualquer futuro ou esperança, outros até que simplesmente desaparecesses. Chegou o momento de mostrar que uma Associação não é isso, que é ambição mas não é ganância. Encerrar-te ou deixar-te moribunda e abandonada é fácil, tal como essas mesmas pessoas te fizeram passar no passado, difícil é reerguer-te depois do prestígio perdido e da má imagem que ganhaste, fazer-te renascer para Rio Tinto, para Gondomar, para o Porto e para que todo o país te possa ver a crescer e lutar para viver, mas nunca para sobreviver.

 






08-03-2020 - Inauguração da Sede Cancelada

Pelas razões por todas conhecidas do Covid-19, a inauguração do espaço teve de ser adiada.






15-02-2020 - Excursão à Areosa

A Associação irá promover uma excursão de um dia à Areosa.

A pergunta que todos colocam é:

Areosa?

Sim, vamos em excursão à Areosa, mas de Viana do Castelo, nós temos a Areosa mais conhecida do país, vamos partir agora para a Areosa mais bela do país.

Chegou o momento de passear, de conhecer uma outra Areosa, que se destaca pela sua beleza natural e tranquilidade, visite ainda o famoso Santuário do Sagrado Coração de Jesus no monte de Santa Luzia, localizado na linha fronteiriça da freguesia da Areosa e de Santa Maria Maior, um local que já teve a votação do National Geographic como a terceira melhor vista de panorama de todo o mundo.

Além da zona da Areosa e os seus moinhos e da subida ao Monte de Santa Luzia, visitará também a cidade de Viana de Castelo.

De forma a irmos de encontro aos interesses de todos que queiram fazer parte deste reinício, procuraremos saber qual o tipo de viagem que mais interessará à grande maioria, se com almoço incluído em restaurante escolhido ou paragem na cidade para refeição por sua conta ou em piquenique com local próprio.

Contate-nos para mais informações.






15-02-2020 - Inauguração da Sede a 20-03-2020

A direção da Associação Águias Areosa Futebol Clube comunica por este meio que após os problemas existentes e resolvidos na última Assembleia Geral, que ficou definido a sede da Associação ser inaugurada no dia 20-03-2020, data de aniversário da Associação, em horário ainda a definir.

A abertura será gerida pela empresa que ficará responsável pela gestão do espaço.

Tal como pretendido, em cooperação estreita, a Associação tentará através do sucesso obtido pelo espaço resultantes das obras nele realizadas, obter a notoriedade necessária para que através deste se consiga promover socialmente e desportivamente, de forma à sustentar-se financeiramente para a promoção desportiva, cultura e recreativa conforme ditam os fins estatutários desde a data da sua fundação.






22-12-2019 - Comunicado

Foi cancelado o site e registos online de associados devido a problemas internos recentes.

Depois de ter sido apresentada uma proposta que alcançamos ao final de várias abordagens feitas, foi ao presidente da mesa da assembleia geral explicada a proposta recebida sem nunca nada este nada ter dado a entender qualquer oposição à mesma, tendo inclusivamente na reunião tida entre este e outros associados, mostrar-se disponível a realizar uma assembleia com a celeridade necessária para que esta solução pudesse ser aprovada com a brevidade possível. Uma proposta que consideramos como única e imperdível para a Associação e não seria imaginada até à data.

Quando alguém se esforça como ninguém antes o fez para encontrar as soluções mais improváveis no fundo de um túnel que parecia sem fim, de forma a retomar toda a dignidade perdida, quando todos nos fecharam as portas por nunca desistimos dos interesses da Associação, mas que a nenhum empresário interessava, existe agora quem tente de forma gratuita destruir tudo o que se lutou para conquistar e promover o descrédito da Associação e o agora provável fim do clube.

Sonho, ambição, sacrifício, esforço, dedicação, desespero, ansiedade, lágrimas, trabalho e até sangue foram sinónimo de quem deu o corpo, alma, tempo e dinheiro por este projeto, assumindo um projeto nunca visto e um risco que nunca ninguém teve a coragem de assumir pelo futuro desta Associação.

Aqueles que não têm palavra só sabem provocar o caos e aqueles que não têm vida só se preocupam em estragar a dos outros, sem nunca refletirem ou sentirem remorsos do mal que causam ou que poderão vir a causar.

D’OURO seria o nome deste novo espaço, invocando a história da associação. D’Ouro porque estamos em Gondomar, com o famoso trabalhar do ouro da indústria gondomarense, D’Ouro porque a associação nasceu no porto e passou mais tarde para a zona de Gondomar, sendo o rio D’Ouro a unir ambos os concelhos, D’Ouro também porque aqui se formou João Vieira Pinto, nessa época ficou conhecido como o menino D’Ouro.

 

Seria este o caminho que se definiu desde o início e que seria importante existir neste projeto para o máximo sucesso do espaço, cujo objetivo seria alcançar um patamar nunca antes imaginado em termos de notoriedade e possível crescimento da Associação.

 

ERA UMA VEZ A HISTÓRIA DE UMA ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA QUE NINGUÉM OUVIA FALAR À 10 ANOS, CUJO SONHO VIROU PESADELO PELA SIMPLES INGRATIDÃO E ORGULHO DO HOMEM.

 

Porque o que mata um jardim não é o abandono mas sim o olhar de quem por ele passa indiferente. As pessoas sinceras lembram-se do passado tal como foi, alegram-se com o presente e encaram o futuro com esperança. A razão pela qual algumas pessoas acham tão difícil serem felizes é porque estão sempre a julgar o passado melhor do que foi, o presente pior do que é e o futuro melhor do que será. A vida não vem com manual de instruções nem garantias e quando encontramos algo que nos faz sobreviver, não somos obrigados a deixar de procurar algo melhor que nos faça verdadeiramente viver. Mesmo que alguns não o queiram permitir por mera ingenuidade e orgulho, o nosso compromisso pela Associação foi sempre um, que esta pudesse renascer… Aos incapazes da gratidão nunca faltarão pretextos para não a ter.

 

Chegamos a uma casa sem vida, com dívidas, num imóvel decadente e abandonado à sua sorte, sem futuro, com festas de fachada, sem sócios presentes, ignorados por vizinhos, gozados com desprezo por condomínios e com dívidas, sem ambição ou força, sem sonhos e com o fim cada vez mais próximo e até anunciado em jornal. Foi nisto que nos seguramos, o “não risco” que existiria que valeria a pena o assumir do risco, se morresse seria a lutar por algo bem melhor. Existiria algo pior que o sofrimento e o fim? Não tínhamos por isso nada a perder e assim iniciamos um grande projeto de reestruturação pela decisão unanime de todos.

 

Injustiça, incoerência, maldade, cobardia, desrespeito, negligência, oportunismo, esquecimento, inveja, egoísmo e ingratidão, para não serem utilizados outros termos menos próprios mas que muito mais se adequariam, é o que definirá todos aqueles que falseiam e deturpam a realidade de forma propositada, com uma total falta de consideração, bom senso e noção das consequências a um projeto desta dimensão. Revolta é a palavra que mais descreve o sentimento de muitos.

 

Comprova-se agora como esta chegou onde chegou porque o que faz uma associação não é a sua direção, mas os seus associados, muitos dão agora nomes de quem esteve sempre por trás de todos os problemas crónicos dos últimos anos e de quem nunca nada lhes interessou ou fizeram, mas que surgiram agora como espíritos no nevoeiro.

 

Após 100% dos associados concordarem com a venda do imóvel para a obtenção de fundos para as obras, ficamos como inquilinos deste espaço, com a obrigação de uma prestação mensal de 1.200,00€ (renda+condomínio), excluindo ainda todas as despesas mensais inerentes à manutenção do imóvel, sendo que dois meses de incumprimento resultaria ma perda definitiva de possibilidade de recompra do imóvel mas também de uso do mesmo.

 

Um eventual crédito futuro para recompra do imóvel subiria para um compromisso mensal entre 2.200,00€ a 2.500,00€, mas que dependeria da aprovação do banco e muitos anos de risco inerente com uma também sempre considerável probabilidade de incumprimento inerente a qualquer pessoa ou instituição que recorra ao crédito. Pensaríamos nós que seria desnecessário salientar que para cada crédito são exigidos credores/avalistas, alguém que “meta a cabeça” por esse negócio, que todos os instruídos deveriam saber, mas preferem agora ignorar como algo desnecessário ou sem importância.

 

Qualquer problema tido ou que pudesse existir ao longo dos desses anos, faria a Associação perder tudo, foi esse este risco por todos assumido mas que se tentaria evitar através das possíveis parcerias privadas futuras e até indispensáveis.

 

Aqui será apresentada a tão terrível proposta do novo princípio de acordo que conseguimos alcançar com o investidor, com as seguintes condições:

 

O imóvel passaria a ser dividido por três entidades distintas, o senhorio definitivo, o Águias Areosa Futebol Clube e o inquilino.

 

Sendo a Associação Águias Areosa Futebol Clube a única com certezas futuras enquanto usufrutuária permanente do imóvel, sem qualquer compromisso financeiro por um período que apesar de não ter tempo definido, deveria ficar em contrato por um número de anos considerável, nunca inferior a 30.

 

O imóvel passaria a ter um inquilino que será responsável por todos os pagamentos, manutenção, gestão e exploração do espaço mas que deverá aceitar as condições impostas pelo contrato feito entre o senhorio e a Associação para que esta pudesse também crescer socialmente, desportivamente e financeiramente dentro do caráter não lucrativo. A Associação passaria a ter os seguintes direitos permanentes e garantidos estabelecidos por contrato:

 

- Poder continuar a ser a sede da Associação;

- Poder receber todo o correio e documentação;

- Poder utilizar um dos locais do espaço para a realização das assembleias gerais ordinária e extraordinárias;

- Poder realizar uma reunião semanal de direção num dos locais do espaço;

- O espaço nunca perder as atuais características de imagem e tipo de utilidade de forma a proteger os estatutos do clube relacionados com lazer, recreação e desporto;

- Descontos obrigatórios para associados em bilhar, setas/dardos e ginásio;

- Os dois ginásios serem utilizados somente por quem for associado ou filho de;

- Não existir qualquer responsabilidade financeira por parte da Associação;

- A associação receberia 50.000.00€ como contrapartida das benfeitorias realizadas ao imóvel e bens usados no espaço;

- O senhorio não poderá vender ou levar do espaço quaisquer bens existentes no imóvel e presentes em contrato, ficando a pertencer ao locado;

- A Associação não pode vender ou levar do espaço sem autorização do senhorio, os bens que lá se encontram, ficando estes descritos em contrato a assinar;

- A Associação não terá que pagar qualquer valor ao senhorio ou inquilino enquanto condição de usufrutuária para exercer todos os seus direitos presentes em contrato;

 

Assim, a Associação conseguiria com isto e através do espaço, além de uma possível reativação da promoção atividades recreativas e desportivas, obter a credibilidade e notoriedade necessária para a obtenção de capital através de atividades tributadas e fora de regime de isenções de IVA, mas como Associação sem fins lucrativos que o é, tal seria alcançado através da organização de encontros, eventos desportivos ou excursões. Seria um mundo novo comparativamente a um grande nada que se tinha enquanto Associação, cujo objetivo deverá ser também económico, mas sem a missão de lucrativa, os seus verdadeiros fins e que se rege estatutariamente que deveriam estar presente nos seus estatutos e não como objetivo a mera a sobrevivência ou um bar aberto por duas semanas e encerrado por dois anos..

Adicionalmente, o senhorio comprometia-se posteriormente a assumir um contrato de exploração com a empresa que fosse formada por membros da direção, que assumiriam a responsabilidade e esse compromisso financeiro com o senhorio ao invés da Associação. Que poderiam explorar o espaço em sintonia com os interesses e pretensões da Associação.

 

Porém, esta empresa que ficaria no imóvel somente enquanto exploradora, em caso de saída futura do espaço, seria também obrigada por contrato, a deixar todos os seus bens no locado, de forma a proteger a imediata continuidade de exploração do local, beneficiando também com isto de forma indireta a Associação, cujo estabelecimento com todo o recheio no local, ficaria fechado por um menor período de tempo no caso por exemplo da desistência na exploração ou falência da empresa que o estivesse a explorar.

 

Foi isto que todos viram como a melhor das soluções, que anularia qualquer risco de falência, insolvência, incumprimento ou não concessão de crédito, foi isto que nos tiraram e se perdeu, que viram como nefasto, a ver vamos após a próxima Assembleia nos levará e quem assumirá as consequências de tal ato premeditado que nos impossibilitou de atingir este fim e que apesar de não ser o melhor, todos deverão tirar as sias próprias conclusões e no devido local decididas com honestidade, ter a noção que ninguém dá nada a ninguém e que seria uma solução que no mínimo, seria suficientemente satisfatória para todas as partes envolvidas.






1-12-2019 - Registo de Associados Online

Foi desenvolvido e lançado um sistema de criação de associados online de forma à Associação modernizar-se e cativar os associados mais jovens para o futuro, facilitando a criação de novos associados via online, já em vista também à realização da próxima assembleia por onde os associados poderão regularizar as suas quotas já vencidas por este mesmo meio.






04-10-2019 - Ponto de Situação Atual e Resumo do Projeto até à data

Como é do conhecimento de todos o que se importaram com a Associação nos últimos tempos, a nossa Associação sofreu imenso durante a última década, tendo existindo um abandono geral e quase total.

Sem qualquer capacidade para a sua continuidade e seguimento dos seus objetivos estatutários, devido a um obsoleto imóvel que não suscitava interesse de exploração ou de realização obras devido à sua grande dimensão, à decoração antiquada e as mínimas condições legais. Com valores em dívida a acumularem-se e sem meios de pagamento em vista para as mesmas, com as portas fechadas, com um abandono e desinteresse total de grande parte dos seus associados, com o fim mais que anunciado e ausência de direções ou constantes conflitos existentes na última direção, o possível término da Associação que já teria sido inclusivamente anunciado publicamente, passou a ser uma certeza.

Na esperança de evitar o fim e de se poder reerguer no mesmo local de sempre, todos acreditaram poder ser possível a obtenção de um empréstimo através da garantia bancária do imóvel, um projeto de grande risco, mas por todos assumido, pois nada se tornaria pior do que o abandono, o desprezo ou o fim.

Uma nova direção tomou posse para perseguir esse objetivo junto das instituições de crédito, planos de negócio foram desenvolvidos com a garantia imobiliária existente, mas sempre rejeitados pelas entidades bancárias contatadas, devido aos valores muito reduzidos dos balanços gerais dos últimos anos.

Após vários meses da tomada de posse e sem fim à vista e em constante negação bancária, sem a possibilidade de obtenção do tão desejado crédito, encontrou-se uma nova solução também de risco, através de uma agência imobiliária especializada em negócios de investimento, que teria a capacidade de alcançar um investidor imobiliário com o capital suficiente para a realização da obra em todo o imóvel, tendo como garantia imediata o imóvel e sendo disponibilizada à Associação uma futura opção de recompra, ficando esta a partir da data do negócio como arrendatária, mas com total direito ao uso do mesmo e inclusivamente com procurações para poder agir em total conformidade de necessidade.

Esta solução, após meses sem quaisquer notícias animadoras que pudesse fazer a Associação reerguer-se no mesmo local de sempre, passou a ser a única possibilidade existente. A eventual recompra poderia vir a ser alcançada posteriormente por via de empréstimo com a retoma da atividade da Associação e a apresentação de balanços que pudessem agradar a instituição bancária.

Mas tal projeto envolveria todo um outro cenário, a despesa mensal do compromisso a assumir seria enorme, as despesas do espaço e sua manutenção também, em caso de insucesso ou problemas financeiros, a Associação correria o risco não só de uso do espaço como perder a possibilidade de recompra do imóvel, mas também, de perder tudo de forma definitiva e mesmo com todo o sacrifício, acabar por chegar ao seu fim.

Teve-se então a certeza que uma Associação sem fins lucrativos, não poderia nunca alcançar este objetivo e compromisso sozinha e depender por inteiro no futuro da decisão das instituições de crédito, a noção para que tais despesas e compromissos pudessem ser cumpridos, seria necessária uma forte parceria empresarial futura, que fizesse a gestão do espaço de forma rigorosa, profissional e consistente, algo que nunca tinha acontecido até então, com uma gestão e explorações privadas pouco preocupadas e até negligentes. Necessitaria também de um espaço que se pudesse distinguir dos demais, que fosse uma referência da zona, pois só dessa forma se conseguiria cativar o público mais novo e assumir tal compromisso. O risco era grande e se fossemos somente mais uns, a probabilidade de insucesso e perda definitiva seria enorme.

Assim foi esta apresentada aos associados, tendo sido esta aprovada por unanimidade face a ausência de outras soluções possíveis para permanecer a sede no mesmo espaço. Qualquer decisão a tomar nessa fase foi inclusivamente intitulada como um “não risco”, face ao triste estado da Associação e ao anunciado fim. A carta verde foi dada com a noção do que tudo isto passaria a envolver e os riscos inerentes, da necessidade de retornos económicos obrigatórios para recompra do imóvel e de parcerias privadas indispensáveis que se tentariam alcançar ou inclusivamente a provável recompra feita por terceiros, desde que autorizados pela Associação e que pudesse garantir e proteger os seus interesses económicos, estatutários, de crescimento e notoriedade ambicionada.

Após o avanço do negócio, tivemos de imediato o primeiro problema, a crescente expansão existente na área da construção civil com o mercado imobiliário em alta absoluta, fez com que a empresa que se tinha comprometido a realizar toda a obra pelo valor acordado, não teria tão sedo a disponibilidade de trabalho que imaginaria ter e poderíamos ter de aguardar alguns meses pelo início da obra, ao ter-se assumido uma despesa de renda com o investidor, tal espera não seria tolerável. Após isso, tivemos a real noção de como está atualmente a área da construção civil atual e a inexistência de oferta de empresas especializadas e até de mão de obra, com alguns orçamentos totalmente astronómicos, alguns a atingirem o dobro do valor em mão e sempre sem datas garantidas de início de obra.

Percebeu-se então que os valores obtidos para a obra que seria necessária realizar, poderiam afinal ficar abaixo do valor recebido, os primeiros orçamentos recebidos para a execução por especialidade, somente para os serviços iniciais necessários de demolição e remoção de escombros, custariam aproximadamente 15% do valor total existente e AVAC 25%. Seriam gastos 40% do valor total da obra somente em duas especialidades, deu-se então o primeiro grande alerta para o espaço com 500m2 e o perigo da falta de mão de obra atual.

Nuno Sousa, que pertence aos quadros diretivos da Associação e que explorava até então o seu próprio espaço, comprometeu-se em assumir a gestão e contratação por especialidade, com a contrapartida posterior de poder realizar a gestão e parte da exploração do espaço em constante parceria com a Associação, como já estaria anteriormente previsto como uma possibilidade, mas somente após conclusão das obras. Procurar-se-ia recolher melhores orçamentos para que dentro do valor existente para a obra, este pudesse ficar dotado das tais condições necessárias e exigidas a nível estético e legal, para que o projeto se pudesse então tornar realidade e ser reduzido ao máximo o risco e ficar dentro do orçamento máximo possível e conseguir garantir a beleza e imponência do mesmo que seria obrigatória.

Uma obra extraordinária foi então desenvolvida por diferentes empresas de inúmeras especialidades, mas gerida de forma quase inigualável por pessoas amadoras, com as ideias e colaboração constante de outros diretores além de Nuno Sousa, que foram Miguel Magalhães, José Branco, Nuno Ribeiro e Soraia Durão.

Existiram inúmeros problemas durante a gestão da obra, dos mais complicados que se podem imaginar, que nunca pensamos serem necessários gerir, desde inúmeras infiltrações de água ou de esgotos de vizinhos em vários locais de difícil acesso, à até inimaginável infiltração por águas de saneamento da rua geridas pelas Águas de Gondomar, ou ainda de Gás e eletricidade, que nos levou à gestão das mesmas com as entidades competentes, sempre numa base do apoio e compreensão pela existente necessidade de colaboração e ajuda urgente, recorrendo a pessoas conhecidas e amigas. Sem essa compreensão, a obra poderia ter ficado parada e até não ter chegado ao ponto que agora se encontra, porque eram situações nunca previstas em orçamentos recebidos e análises ao imóvel anteriormente feitas.

Uma dezena de empresas de diferentes especialidades tiveram que ser geridas desta forma, num esforço dantesco e com grande sofrimento e esforço profissional e pessoal.

Neste momento, temos o espaço praticamente concluído e poderá estar em condições de abrir portas em aproximadamente dois meses. Já com muito para mostrar e conforme ficou inicialmente planeado, tal como temos referido aos associados, temos vindo a procurar já de à dois meses a esta data, um empresa/empresário que possamos definir como capaz e de confiança, com provas dadas e que possa assumir de imediato os custos do autorizado subarrendamento, que tenha a capacidade financeira, disponibilidade e experiência para que a exploração corra sobre o menor risco possível, que assegure a continuidade do projeto com maior solidez possível e possa estar interessado na cooperação de recompra do imóvel e da exploração do espaço com as pessoas envolvidas, nunca negligenciando os interesses da Associação, que poderá obter a sua compensação económica através das obras e decoração realizadas, que foram pensadas para o futuro da Associação e na sua imagem, que se poderá repercutir na obtenção de fundos com a forte possibilidade de organizações e eventos desportivos, concentrações temáticas, excursões, etc.

Apesar de se ter mostrado difícil o convencer de terceiros devido à envolvência e interesse que a Associação mantém neste projeto, pensamos que um investidor é neste momento muito importante ou até indispensável para a segurança do projeto e futuro da Associação.






04-10-2019 - Novo Website

Após um ano do início do projeto de obras e quase em término da decoração do imóvel, a Associação Águias Areosa Futebol Clube lançou o seu website.